Estará em cartaz mês que vem no Rio de Janeiro uma opera
chamada “Alabê de Jerusalém” extraído do livro “Ogundana,
O Alabê de Jerusalém” que trata
entre varias coisas sobre o preconceito. Ainda não pude pessoalmente, mas com
essa oportunidade da opera na cidade maravilhosa poderei ver pessoalmente este espetáculo.
Colocarei a baixo um trecho da opera para vocês terem ideia do que estou
dizendo.
Bem. Com esse musical de tanta emoção e sinais temos a
obrigação de parar para refletir sobre o papel do umbandista.
Qual o nosso papel em quanto umbandista? A resposta é simples
porem as atitudes que temos que tomar para alcançar não. A umbanda tem o papel
de trabalhar e amparar o lado espiritual das pessoas que vem em desespero.
Logo, como a Umbanda só existe se existirem umbandistas, o papel do umbandista
também é este. Mas em que e como implica dizer isso? É nessa hora que nos
deparamos com um problema. Problemas sérios e primários.
1- Desconhecimento da religião: Como poderemos amparar
o outro se não sabemos como? Isso é um caso muito estudado dentro da
administração. Resultado = Habilidade X Motivação. Não adianta você querer
alcançar resultados na tentativa de ajudar o outro se você não tem conhecimento.
Qualquer coisa vezes zero é zero. Estudo é primordial para que o médium Umbandista
amplie suas habilidades.
2- Imaturidade espiritual: Um médium recebe suas
entidades, se comporta como uns lordes em quanto os trabalhos estão abertos e
logo após uma gira ele entorna o caneco no boteco mais próximo. Claro que isso
é um exemplo bem escrachado. Ele pode trair seu cônjuge, brigar com o cachorro,
berrar com a quina da mesa quando bater o dedinho. O problema que a partir do
momento que este individuo se denomina médium e Umbandista, todos os seus atos
serão observados pelos que o rodeiam e qualquer coisa, DIGO QUALQUER COISA,
será observado de forma diferente simplesmente pelo fato daquele cidadão ser
Umbandista. As pessoas que não conhecem a religião estão esperando você se auto
desqualificar para que elas não tenham o trabalho de mudar o conceito delas em
relação às convicções delas.
3- Despreparo emocional: Qualquer situação leva ao
descontrole. Onde está a fé? Onde está a crença? Se o Umbandista se desespera
como outros vão acreditar no que é professado? Como os outros acreditarão que
naquele lugar existe a solução para suas vidas. Não vamos confundir o que eu
disse com balcão de milagres. Estou falando de soluções espirituais.
Resumindo
a opera, o papel do umbandista é levar o nome da Umbanda. Para ele conseguir
fazer isso ele terá que ter conhecimento para esclarecer duvida, ele deverá ter
autocontrole, ele deverá ser exemplo de conduta, alem de estar preparado para
trabalhar com seus guias e cumprir seu papel, tudo isso sem vaidade, egoísmo ou
mesmo preguiça.
Quem falou que ser
umbandista é fácil? Você terá que trabalhar duro, terá que se modificar
constantemente, aprender a destruir seu ego e ter muita fé e perseverança para
aguentar as trombadas sem cair, pois se lembrem umbandistas: Vocês são as esperanças
de muitos sofredores e as ferramentas que as entidades e Oxirás trabalham. Você
fará tudo isso e o seu “pagamento” não será desse mundo. O entendimento disso é muito trabalhoso mas a
missão foi dada. Todos foram chamados, mas só alguns serão escolhidos. Se você
aceitou este desafio, agarre-o com afinco como se fosse o melhor emprego da sua
vida, como se fosse a mulher ou o rapaz mais bonito que conquistaram, como se
fosse a família mais harmoniosa. Pois acredite. Realmente o é e a Umbanda
merece isso e muito mais.
Então quando você
questionar qual é a missão do umbandista responda:
Umbandista é trabalho, fé,
dedicação, humildade e designação. Umbandista é ser grato pelo privilegio de
ser umbandista.
Saravá a todos

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